À primeira vista, este conjunto de pedras pode parecer apenas uma ruína esquecida, mas estas muralhas guardam o segredo de uma estratégia que ajudou a mudar o destino do Algarve.

Terá sido aqui, no Castelo de Salir, que D. Paio Peres Correia aguardou pelas tropas de D. Afonso III para planear a conquista final de Faro e Loulé.
Apesar deste passado glorioso, o castelo viu os seus dias de ouro desvanecerem-se cedo, estando já em ruínas no final do século XVI.
Marcado por incêndios e pelo devastador terramoto de 1755, o que resta hoje é alvo de cuidadas investigações arqueológicas desde 1987.
A poucos passos, a Capela de Nossa Senhora do Pé da Cruz, que terá sido construída em 1680 e, do outro lado da vila, a medieval Igreja de São Sebastião, completam o roteiro de uma terra que celebra a sua alma agrícola em eventos como a Festa da Espiga e o ‘Salir no Tempo’.












