O que visitar em Portimão num único percurso

A zona ribeirinha é um dos espaços mais icónicos, procurados e calcorreados de Portimão.

E percebe-se o porquê: este local tem muito para oferecer e, se prestarmos atenção ao longo da caminhada, conseguimos conhecer uma parte significativa da sua história e cultura.

Podemos começar pela zona situada junto ao Museu de Portimão, cujo interior guarda diversos vestígios e artefactos que narram o percurso da cidade.

Por ter sido instalado numa antiga fábrica de conservas, o edifício recorda um dos períodos que mais marcaram o concelho e a região.

No exterior, destaca-se um enorme guindaste que, durante décadas, carregou inúmeras embarcações.

Veja onde se realiza o Festival da Sardinha de Portimão

Logo a seguir, com o rio a seus pés, encontramos a sede do Clube Naval, onde funcionam também um café e um restaurante. Entre este ponto e o degradado Convento de São Francisco avistam-se muitas embarcações de recreio que repousam ma doca. É também junto a este edifício que muitos barcos recolhem e desembarcam quem deseja fazer um passeio fluvial.

Olhando para o lado esquerdo, vemos o espaço onde, no verão, se consome provavelmente a maior quantidade de sardinhas da região. É precisamente ali que se realiza o famoso Festival da Sardinha.

Se estiver atento durante o trajeto, verificará que a zona ribeirinha funciona como uma espécie de galeria de arte a céu aberto, exibindo um grande número de esculturas criadas no decorrer de vários simpósios.

Um coreto junto ao rio

Sensivelmente a meio do percurso, encontramos um coreto instalado em 2010 — uma réplica de um exemplar mais antigo que foi destruído.

E chegamos, então, a um dos locais preferidos de residentes e turistas para conviver, comer um gelado ou beber um café: a Praça Manuel Teixeira Gomes. O espaço recebeu o nome em honra ao único portimonense que foi Presidente da República.

Seguindo viagem, passamos pelo Jardim Manuel Bívar e, um pouco mais à frente, por um edifício histórico recentemente restaurado: a antiga Lota. No passado, o peixe era ali descarregado em cabazes, à força de braços; hoje, o imóvel acolhe o posto de turismo, um restaurante e um espaço multiusos para eventos.

E chegamos aos restaurantes das sardinhas

Em frente, surge a chamada Ponte Velha, que une os concelhos de Portimão e Lagoa.

Ao fundo, avista-se a ponte ferroviária e, entre ambas, situam-se vários restaurantes, localmente apelidados “da sardinha”.

Termina assim o passeio por uma das áreas mais belas da cidade que, como se viu, preserva a essência da história local.

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